Roteiro Colômbia 10 dias: Bogotá, Eixo Cafeteiro, Medellín e Cartagena
Dez dias é o tempo mínimo para ver a Colômbia com alguma variedade: a capital nos Andes, a paisagem verde do Eixo Cafeteiro, Medellín com seus teleféricos e o Caribe de Cartagena. O país é grande e montanhoso, e as distâncias por estrada enganam no mapa. Por isso, o roteiro abaixo usa voos domésticos nos trechos longos e deixa as viagens de ônibus para os percursos curtos.
O texto reúne o roteiro dia a dia, como se deslocar entre as cidades, quanto custam as principais atrações, quais documentos o brasileiro precisa e quando ir. Preços e regras foram conferidos nos sites oficiais em outubro/2026 e podem mudar, então vale checar os links antes de comprar qualquer coisa.
Resumo do roteiro de 10 dias na Colômbia
| Dia | Base | Programa principal | Deslocamento |
|---|---|---|---|
| 1 | Bogotá | Chegada, La Candelaria e Museo del Oro | Voo do Brasil |
| 2 | Bogotá | Monserrate, centro histórico, Usaquén ou Chapinero à noite | Na cidade |
| 3 | Bogotá | Bate e volta à Catedral de Sal de Zipaquirá | Cerca de 1h a 1h30 por trecho |
| 4 | Salento | Voo para Pereira ou Armenia e chegada a Salento | Voo de cerca de 1h + estrada |
| 5 | Salento | Valle de Cocora e fazenda de café | Jipes Willys a partir da praça |
| 6 | Medellín | Viagem para Medellín, El Poblado à noite | Voo curto ou ônibus de longa duração |
| 7 | Medellín | Centro, Plaza Botero, Metrocable e Comuna 13 | Metrô |
| 8 | Medellín | Bate e volta a Guatapé e Piedra del Peñol | Cerca de 2h por trecho |
| 9 | Cartagena | Voo para o Caribe, centro amuralhado ao entardecer | Voo de cerca de 1h15 |
| 10 | Cartagena | Castillo San Felipe, Getsemaní ou passeio de barco; voo de volta | Voo para o Brasil (geralmente com conexão) |
Por que começar por Bogotá e terminar no Caribe
A maioria dos voos diretos do Brasil chega ao aeroporto El Dorado, em Bogotá, que também é o principal centro de conexões do país. Começar ali evita trechos de ida e volta. Além disso, Bogotá fica a cerca de 2.600 metros de altitude, e é melhor enfrentar o ar rarefeito com o corpo descansado do que no fim da viagem. Terminar em Cartagena, ao nível do mar e com praia, deixa os últimos dias mais leves.
Roteiro dia a dia
Dia 1: chegada a Bogotá, La Candelaria e Museo del Oro
Do aeroporto, o mais prático é seguir de táxi oficial ou aplicativo até a hospedagem. Para um primeiro roteiro curto, La Candelaria, o bairro histórico, deixa tudo a pé; quem prefere áreas com mais restaurantes e vida noturna costuma ficar em Chapinero ou na região do Parque 93 e da Zona T, mais ao norte.
Se chegar até o início da tarde, dá tempo de visitar o Museo del Oro, do Banco de la República, que guarda uma das maiores coleções de ourivesaria pré-hispânica do mundo. Segundo a página oficial do museu, ele abre de terça a sábado, das 9h às 19h, e aos domingos e feriados, das 10h às 17h, com último ingresso uma hora antes do fechamento. Fecha às segundas, inclusive nas segundas de feriado. A entrada para estrangeiros custa COP 21.000, cerca de R$ 33, e é gratuita para todos aos domingos (verificado em outubro/2026).
Feche o dia caminhando pela Plaza de Bolívar, onde ficam a catedral, o Capitólio e o Palácio de Justiça.
Dia 2: Monserrate e o centro de Bogotá
Monserrate, o morro com o santuário que domina a paisagem da cidade, fica a mais de 3.100 metros de altitude e pode ser alcançado por funicular, teleférico ou por uma trilha a pé. De acordo com a tabela oficial de horários e tarifas, o funicular e o teleférico funcionam de segunda a sábado das 6h30 às 22h, e aos domingos e feriados das 5h30 (domingo) ou 6h30 (feriado) até as 17h. A ida e volta custa COP 35.000 de segunda a sábado e nos feriados, cerca de R$ 55, e COP 21.000 aos domingos (verificado em outubro/2026).
Suba cedo: as nuvens costumam cobrir a vista ao longo do dia. Na volta, reserve a tarde para o centro, com o Museo Botero e a Casa de Moneda, ambos gratuitos segundo o Banco de la República, e para o Chorro de Quevedo, a pracinha onde a tradição situa a fundação da cidade.
Dia 3: bate e volta à Catedral de Sal de Zipaquirá
A Catedral de Sal é uma igreja escavada dentro de uma antiga mina, a cerca de 180 metros de profundidade, em Zipaquirá, ao norte da capital. O trajeto leva de 1h a 1h30 por trecho em condições normais de trânsito. O plano básico de visita custava COP 125.000 para adultos estrangeiros, cerca de R$ 196, com funcionamento diário das 9h às 16h40 (verificado em outubro/2026). Transporte, tempo de visita e alternativas estão no nosso guia do bate e volta de Bogotá para a Catedral de Sal.
Dia 4: voo para o Eixo Cafeteiro e chegada a Salento
O Eixo Cafeteiro, a região produtora de café entre os departamentos de Caldas, Risaralda e Quindío, tem dois aeroportos úteis para o visitante: Pereira e Armenia. Os dois recebem voos de Bogotá com cerca de uma hora de duração. Salento, a cidadezinha de casas coloridas que serve de base para o Valle de Cocora, fica a algumas dezenas de quilômetros de ambos, por estrada; dá para ir de táxi ou combinar ônibus até a cidade e daí um micro-ônibus local.
À tarde, caminhe pela Calle Real, a rua principal, e suba ao mirante do Alto de la Cruz para ver o vale.
Dia 5: Valle de Cocora e fazenda de café
O Valle de Cocora é conhecido pelas palmeiras-de-cera, a árvore nacional da Colômbia, que passam dos 40 metros de altura e crescem em meio ao pasto e à neblina. Os jipes Willys que saem da praça principal de Salento levam ao início das trilhas. O circuito mais feito combina o trecho de palmeiras com a subida pela mata e leva boa parte da manhã. Quem quer algo curto pode ficar só na área das palmeiras, perto da entrada. À tarde, vale visitar uma das fazendas de café ao redor de Salento que fazem passeios guiados com degustação.
O acesso às trilhas passa por propriedades privadas que cobram entrada própria, e os valores mudam com frequência, por isso leve dinheiro em espécie. Prefira sair cedo: à tarde, a chuva e as nuvens são mais comuns.
Dia 6: de Salento para Medellín
Este é o trecho que pede mais planejamento. Há duas formas de fazer:
- Avião: voltar a Pereira e pegar um voo curto até Medellín. As rotas e horários entre essas cidades variam ao longo do ano, e às vezes só há opções com conexão em Bogotá, então confira antes de fechar o roteiro.
- Ônibus: há linhas diretas entre a região e o terminal de Medellín, mas a estrada é sinuosa e a viagem costuma tomar a maior parte do dia.
Atenção ao aeroporto de destino: o principal aeroporto de Medellín, o José María Córdova, fica em Rionegro, a cerca de uma hora de estrada da cidade. Voos regionais também usam o aeroporto Olaya Herrera, dentro da área urbana.
Dia 7: Medellín de metrô, Comuna 13 e Plaza Botero
Medellín é a única cidade colombiana com metrô, e ele é integrado ao Metrocable, os teleféricos que sobem os morros. A passagem básica no perfil ao portador, o usado por turistas, ficava perto de COP 4.400, cerca de R$ 7, paga com o cartão Cívica (verificado em outubro/2026 no Metro de Medellín). Com isso, o dia inteiro sai quase sem táxi.
Comece pela Plaza Botero, no centro, com dezenas de esculturas doadas pelo artista ao lado do Museo de Antioquia. Depois, pegue o metrô até a estação San Javier e siga para a Comuna 13, o bairro que virou símbolo da transformação da cidade, com escadas rolantes ao ar livre, grafites e passeios guiados por moradores. No fim da tarde, uma das linhas do Metrocable rende uma boa vista do vale. Para uma estadia mais longa na cidade, veja o que fazer em Medellín em 4 dias.
Dia 8: bate e volta a Guatapé
Guatapé fica a cerca de 79 km de Medellín, às margens da represa Peñol-Guatapé. O programa clássico é subir os mais de 700 degraus da Piedra del Peñol, a rocha de granito com vista para o lago recortado em ilhas, e depois almoçar na cidade, famosa pelos zócalos, os relevos coloridos na base das fachadas. Os ônibus saem do Terminal Norte de Medellín e levam cerca de duas horas; os tours de um dia incluem transporte e, às vezes, passeio de barco. Detalhes no nosso guia de Guatapé.
Dia 9: voo para Cartagena e centro amuralhado
O voo entre Medellín e Cartagena leva cerca de uma hora e quinze minutos. Deixe a primeira tarde para a Cidade Amuralhada, Patrimônio Mundial da UNESCO: Torre do Relógio, Plaza de Santo Domingo, Plaza de Bolívar e o bairro de San Diego. O melhor horário para caminhar é depois das 16h, quando o calor diminui.
Dia 10: Castillo San Felipe, Getsemaní ou ilhas
Pela manhã, o Castillo San Felipe de Barajas, a maior fortificação espanhola da cidade, custava COP 38.000 para estrangeiros, cerca de R$ 60 (verificado em outubro/2026). Com o voo de volta só à noite, dá até para encaixar um passeio de barco curto, mas os passeios às Islas del Rosario ocupam o dia inteiro e só cabem com uma noite extra. Roteiros por bairro, praias e regras para os barcos estão no nosso guia sobre o que fazer em Cartagena.
Alternativas para adaptar o roteiro
Trocar o Eixo Cafeteiro por Tayrona. Quem prefere praia a montanha pode cortar Salento e esticar o Caribe: dois dias em Cartagena e dois em Santa Marta, com um dia no Parque Nacional Natural Tayrona. Antes de decidir, confira o calendário: o parque fecha três vezes por ano, e uma dessas pausas vai de 19 de outubro a 2 de novembro. Ingresso, vacina e acessos estão no guia do Parque Tayrona.
Para os dias na cidade, com Museu do Ouro gratuito, Quinta de San Pedro Alejandrino, Minca e Taganga, veja o guia de o que fazer em Santa Marta: centro, Minca e praias.
San Andrés no lugar de Cartagena. A ilha tem o mar de sete cores e combina com quem quer praia sem cidade histórica, mas pede pelo menos três ou quatro dias para valer o voo. Ela também cobra um cartão de turismo à parte na chegada. Mais detalhes em o que fazer em San Andrés em 5 dias.
Ritmo mais lento. Para viajar com calma, fique com três bases, como Bogotá, Medellín e Cartagena, e um dia livre para imprevistos.
Com 3 ou 4 dias extras, dá para incluir La Macarena, no Meta, a partir de Bogotá: veja o guia de Caño Cristales, com temporada, reserva obrigatória por agência local, taxas oficiais e voos.
Arqueologia no sul do Huila. Quem tem interesse em história pré-hispânica pode trocar um trecho do roteiro por 3 ou 4 dias em San Agustín, com voo de Bogotá a Pitalito. O ingresso vale por dois dias e cobre três sedes; veja horários, fechamentos e rotas no guia de San Agustín na Colômbia.
Como se deslocar entre as cidades
Na Colômbia, o avião costuma ser a opção mais racional para distâncias longas, porque a cordilheira dos Andes torna as estradas lentas. Avianca e LATAM operam a maior parte das rotas domésticas, e as companhias de baixo custo Wingo e JetSMART cobrem trechos entre as principais cidades. Os tempos aproximados de voo são estes:
- Bogotá–Pereira ou Bogotá–Armenia: cerca de 1h
- Bogotá–Medellín: cerca de 1h
- Medellín–Cartagena: cerca de 1h15
- Bogotá–Cartagena: cerca de 1h30
Três cuidados ao comprar: verifique se a tarifa inclui bagagem despachada, porque nas tarifas básicas das companhias de baixo custo ela costuma ser cobrada à parte; confira de qual aeroporto o voo sai, principalmente em Medellín; e deixe margem entre um voo doméstico e o voo internacional de volta, já que atrasos por clima não são raros em Bogotá.
Quanto custa: valores de referência
Hospedagem, comida e voos variam demais com a data e o estilo de viagem para caber num número único. O que dá para cravar é o custo das atrações que estão no roteiro. Os valores abaixo foram verificados em outubro/2026 nas fontes oficiais de cada atração. A conversão usa a cotação de referência de cerca de R$ 0,00157 por peso, de 20 de outubro de 2026, e serve só como ordem de grandeza.
| Atração ou serviço | Preço (COP) | Equivalente aproximado |
|---|---|---|
| Museo del Oro (estrangeiro, terça a sábado) | 21.000 | R$ 33 |
| Monserrate, funicular ou teleférico, ida e volta (segunda a sábado) | 35.000 | R$ 55 |
| Catedral de Sal de Zipaquirá, plano básico (estrangeiro) | 125.000 | R$ 196 |
| Metrô de Medellín, passagem ao portador | cerca de 4.400 | R$ 7 |
| Castillo San Felipe (estrangeiro) | 38.000 | R$ 60 |
| Parque Tayrona, temporada baixa (estrangeiro, alternativa) | 81.000 | R$ 127 |
Só as atrações pagas da tabela, sem Tayrona, somam cerca de COP 220.000 por pessoa, perto de R$ 350, mais o metrô. A esse valor somam-se a entrada das trilhas de Cocora, cobrada pelas propriedades, a subida da Piedra del Peñol, os tours opcionais, além de hospedagem, refeições, os voos internacionais e três ou quatro voos domésticos, que tendem a ser o item mais pesado do orçamento depois da passagem do Brasil. Na alta temporada colombiana, de meados de dezembro a meados de janeiro, na Semana Santa e nas férias de meio de ano, hospedagem e voos ficam mais caros.
Documentos para brasileiros
A Colômbia é país associado do Mercosul, e o brasileiro que vai a turismo pode entrar com passaporte válido ou com o RG. Segundo a Embaixada do Brasil em Bogotá, a carteira de identidade precisa estar em perfeito estado e com foto que identifique claramente o titular. Carteiras funcionais e de conselhos profissionais, como OAB e CREA, não são aceitas, e a CNH não serve como documento de entrada, embora possa ser usada para dirigir durante a estadia. Se o RG tiver mais de dez anos, a embaixada recomenda levar o passaporte. A mesma regra vale para quem faz conexão em país de fora do Mercosul, como Panamá: nesse caso, o passaporte é indispensável.
A embaixada também lista a passagem de saída da Colômbia entre os documentos a apresentar. A estadia como turista é de até 90 dias, prorrogável por mais 90 a critério da imigração.
Check-MIG. É o pré-registro on-line da Migración Colombia, feito de 72 horas até uma hora antes do voo. A página oficial do Check-MIG o descreve como gratuito e de uso não obrigatório, destinado a agilizar o controle migratório; já a embaixada brasileira orienta que todos os viajantes o façam, e companhias aéreas podem pedi-lo no embarque. Na prática, preencha. Leva poucos minutos e a confirmação chega por e-mail. Desconfie de sites que cobram pelo formulário.
Vacina contra febre amarela. Desde o fim de 2024, a Colômbia não exige mais o certificado de febre amarela de quem chega do Brasil, segundo a embaixada. A exigência que importa para este roteiro é outra: desde maio de 2025, por causa da emergência sanitária declarada pelo Ministério da Saúde colombiano, os Parques Nacionales Naturales passaram a exigir comprovante de vacinação aplicada há pelo menos dez dias para entrar em suas áreas protegidas. Isso inclui o Tayrona e o Parque Nacional Natural Corales del Rosario, onde ficam as Islas del Rosario. Para o brasileiro, o comprovante mais simples é o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que pode ser emitido pelo app Meu SUS Digital ou pelo gov.br. A regra vale enquanto durar a emergência sanitária; confirme antes de viajar.
Seguro viagem. Não é exigido na imigração, mas a embaixada recomenda enfaticamente, lembrando que a Colômbia não tem sistema público de saúde gratuito para estrangeiros. Para o Tayrona, há ainda um seguro local obrigatório e à parte.
Melhor época para o roteiro
A Colômbia fica perto da linha do Equador, então a temperatura muda mais com a altitude do que com o mês. Bogotá é fresca o ano todo, com dias amenos e noites frias. Salento e Medellín têm clima de primavera. Cartagena é quente e úmida em qualquer época. O que varia é a chuva.
Na região andina, onde ficam Bogotá, o Eixo Cafeteiro e Medellín, o padrão é de duas temporadas mais secas, de dezembro a março e de junho a agosto, intercaladas com períodos mais chuvosos. No Caribe, os meses mais secos costumam ir de dezembro a abril, e o fim do ano, entre setembro e novembro, concentra mais chuva. Ou seja: dezembro a março tende a ser a melhor combinação de tempo para as duas regiões, mas coincide com a alta temporada colombiana nas festas de fim de ano. Fevereiro e março juntam tempo seco com menos lotação, exceto na Semana Santa.
A página oficial de turismo do país, Colombia Travel, da ProColombia, reúne informações por região que ajudam a ajustar o roteiro à época da viagem.
Segurança na prática
Os destinos deste roteiro recebem grande fluxo de turistas, e os problemas mais comuns são furtos e golpes, não violência dirigida a visitantes. Alguns cuidados resolvem a maior parte dos riscos:
- Use táxi de aplicativo ou chamado pelo hotel, principalmente à noite, em vez de parar táxis na rua.
- Não deixe o celular à vista em calçadas movimentadas, mesas de bar ou janelas de carro. Os colombianos têm até uma expressão para isso: no dar papaya, ou seja, não facilitar.
- Não aceite bebidas de desconhecidos e fique atento em bares e encontros marcados por aplicativo: há relatos de golpes com substâncias que deixam a vítima vulnerável.
- Leve cópia digital do documento e deixe o original guardado no hotel, como recomenda a embaixada. Em caso de perda, o Setor Consular em Bogotá emite um novo documento.
Perguntas rápidas
Dez dias são suficientes para a Colômbia?
São suficientes para quatro regiões em ritmo intenso ou três em ritmo confortável. Para incluir Tayrona, San Andrés ou a Amazônia sem cortar o resto, o ideal são duas semanas.
Preciso tomar a vacina de febre amarela?
Para entrar no país vindo do Brasil, o certificado deixou de ser exigido. Para entrar em parques nacionais, como Tayrona e Corales del Rosario, a vacina tomada há pelo menos dez dias é obrigatória enquanto durar a emergência sanitária.
Imagem destacada: “Valle de Cocora, Colombia 02“, por Bernard Gagnon, via Wikimedia Commons, licença CC BY-SA 4.0.

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